sábado, 3 de novembro de 2012

Ontem eu e a minha mãe encontramos uma amiga dela com a filha, que tem 15 anos.
A miúda estava chateada, e a mãe contou-nos que ela estava chateada, mas que tinha de aprender a ouvir um não, e que estava assim porque queria ir a um concerto!  Isto enquanto a miúda dizia "não contes mãaaae!!" e a mãe lá contou que era o concerto dos One Direction em Lisboa.
A conversa foi-se desenvolvendo... para ela ir teriam de ir os pais, e o irmão, que é mais novo, para Lisboa, gastar dinheiro em transporte, estadia, concerto... tudo isso.
Mas o que me ficou na cabeça foi aquele "não contes mãaaae!!". Quantas e quantas vezes quando era mais nova disse isto. Acho que há idades em que o que os outros pensam de nós é tremendamente importante para nós. E a adolescência é sem dúvida uma delas. Nós até podemos adorar ouvir músicas dos One Direction, do Justin Bieber, de ver os Morangos com Açúcar ou de ouvir os D'zrt, mas nunca, nunca na vida queremos que os outros saibam. Porque isso é parolo, ou infantil, ou simplesmente porque está na moda não gostar mesmo que secretamente adoremos.
Pensei no quanto as coisas mudam quando crescemos e simplesmente admitimos que gostamos, indiferentes à opinião dos outros.
Mas também pensei que é importante os pais respeitarem todas estas maluquices dos filhos, que partilham as coisas com os pais mas não querem que elas se tornem públicas e no fundo acho que têm o seu direito. Eu pelo menos odiava quando os meus pais contavam o que eu não queria em frente a familiares ou amigos, embora perceba que não é por mal e toda a gente acha imensa graça.
Embora não seja fã, aqui fica uma música dos One Direction que conheci apenas hoje enquanto ouvia no youtube uma música da Alicia Keys, e partir daí lembrei-me de escrever sobre este episódio...


quinta-feira, 1 de novembro de 2012



Graças ao trabalho que vou apresentar amanhã, andei com esta música na cabeça todo o santo dia.

Hoje o dia passou-se assim, a estudar e a preparar a apresentação que vou ter amanhã à tarde!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Hoje tive o primeiro teste na universidade, de IEGI.
Não me correu propriamente bem. Não porque não tivesse estudado, mas o teste não era nada do que eu estava à espera, isto porque não tivemos acesso a um único modelo de teste. E a professora apenas nos deu exemplos de um tipo de exercícios.
Não fiquei especialmente triste ou revoltada, porque sei que estou num meio novo e nem tudo vai correr bem à primeira, por mais que fosse essa a minha vontade.
Estou em fase de habituação e a começar a perceber por experiência própria que temos de ser autónomos no trabalho a desempenhar para chegar a bom porto, que é o mesmo que dizer: "para tirar boa nota".

domingo, 14 de outubro de 2012

Às vezes tenho a sensação que entrei em modo automático.
Que faço as coisas porque sei que tenho de as fazer assim, sem tempo para pensar, sem tempo para me sentar no sofá, sem tempo para ver séries e até sem tempo para dar umas boas gargalhadas à conta da Casa dos Segredos. Percebo isto quando na praxe me mandam cantar uma música que supostamente deu na Casa dos Segredos, e que eu nunca tinha ouvido. 
A verdade é que não tenho tido tempo para nada, é tudo a mil à hora! Tenho aulas de manhã, praxe à tarde, chego a casa e é pouco mais que jantar e dormir.
Vejo os testes a aproximarem-se e começo a ficar preocupada, começo a ter medo de ficar para trás ou perdida. Mas não quero abdicar de nada, e quero levar comigo, pela vida fora, as melhores recordações destes dias, que são os primeiros dias de uma nova fase que, espero, me leve a bom porto e que através dela me faça sentir realizada num futuro que vai-se a ver e não está assim tão longe.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Com 19 anos ainda não aprendi uma coisa a que se chama: relativizar.
Às vezes faço um grande filme por uma coisa que não vale nada. Sinto-me a pessoa mais culpada do mundo por uma coisa que não tem assim tanto significado.
Bem, acho que ainda nem um mês de universidade já passou e já se passou tanta coisa.
Na quarta saí da praxe, a chorar. O peso na consciência é terrível e eu odeio que alguém seja prejudicado por mim. Foi por isto que saí.
No entanto, talvez volte.

Entretanto, a necessidade de estudar voltou, já tive de fazer uma apresentação e agora que já tenho imensa matéria nos cadernos tenho de estudar. Escusado será dizer que a vontade é igual a 0.
Especialmente num dia como o de hoje, cinzento e triste, em que o meu humor está em baixo, que a manhã não foi grande coisa. Que tenho um pedido de desculpas para fazer.
Hoje não é de todo um bom dia.
Mas amanhã será melhor!
Agora se calhar o melhor mesmo é pegar em marcadores coloridos e começar a estudar...